quinta-feira, 24 de março de 2011

Nesta era digital...



Psicologia e TIC (Tecnologias da informação e da comunicação)

A aprendizagem contínua torna-se imprescindível numa era em que se dá mais valor ao conhecimento em si do que apenas ao trabalho físico laboral.
A "boa" pesquisa de informação revela-se uma preocupação, na medida em que a mesma se encontra bastante dispersa e fragmentada. Não obstante, a sua acessibilidade é maior, permitindo conexões não lineares e simultâneas.
A nova era digital brindou-nos também com a informação em multiformato, possibilitando uma pesquisa mais enriquecida e menos monótona. A visualização da informação através de vídeo e áudio, as enciclopédias "online" ou wikipédias, são exemplos desta vertente interactiva.
A informação, tal como a própria sociedade, tem um carácter mutável e não estático, daí a sua constante vivacidade, ou como mais recentemente a ciência afirma, “o desenvolvimento tecnológico avança tão rápido que o homem não o consegue alcançar”.



Tecnologia e Educação - A mudança aconteceu!




Tecnologia muda o conceito de escola. - Colégio Motivo

A tecnologia usada a serviço da educação torna as aulas mais atractivas e optimiza o tempo dos alunos.  A motivação dos mesmos verifica-se também pela agilidade no processo de aprendizagem.
Por outro lado,  o e-learning permite a aprendizagem de forma não presencial, mantendo a ligação entre docentes e alunos através  da partilha de ficheiros,  videoconferência, fomentando a autonomia do aluno na gestão da aprendizagem, ao seu próprio ritmo.




A nível psicológico (brincando com o conceito de sistema de recompensa cerebral), a nossa necessidade de estar-se "ligado" é satisfeita em qualquer lugar e a qualquer momento, o que por um lado dá-nos uma sensação de controlo e prazer imediato, mas por outro, algum perigo de sobrecarga, excitação e distracção.

Actualmente corre-se o "risco" de que possa ser mais difícil a concentração em textos ou livros com matérias mais específicas e aprofundadas, levando os nossos jovens à diminuição do "espírito crítico". (Carr, Nicholas, The Shallows: What the Internet is Doing to Our Brains, W. W.. Norton & Co., 2010, N.Y. )

As implicações no conhecimento, na aprendizagem e na educação devem ser, portanto, discutidas não só no âmbito de facilidades e potencialidades, mas também dos riscos.
Os tutoriais apresentam-se, definitivamente, como ferramentas poderosas.
Fornecem ferramentas esquematizadas de organização, aprendizagem, selecção  e pesquisa da informação. (Explo: http://liblearn.osu.edu/tutor/)

Uma forma  diversificada de estudar via internet é transformar a pesquisa através de um mapa conceitual. Através dele podemos fazer apresentações de uma maneira compreensiva.
A imagem que se segue pretende fornecer um exemplo (clicar na imagem para aumentar).




A informação à distância de um "click" fez-se acompanhar de novas metodologias de pesquisa que permitem aceder aos conteúdos com mais exactidão e confiança (Databases especializadas: palavras-chave, directórios, opção de pesquisa avançada, etc.).

Quanto ao "bom uso" da informação encontrada, a ética deve prevalecer para proteger os direitos de autor.  Devem-se usar referências completas (acompanhadas do ano, endereço electrónico e data de acesso) a fim de evitar o plágio.


O link que se segue fornece a informação necessária às "boas práticas" no uso da informação:
http://www.blogosferalegal.com/2010/06/dicas-para-nao-cometer-plagio.html





E o verbo se fez WEB


Ana Guerreiro

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